Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
A Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) tem uma história de mais de um século e meio, com origem na Biblioteca do Curso Superior de Letras (CSL), instituído pelo rei D. Pedro V, em 1858. Sendo uma das maiores bibliotecas de artes e humanidades do país, as suas colecções somam mais de 700.000 livros impressos, 60.000 dos quais com data anterior a 1900, incluindo exemplares que remontam ao século 15. Oferece um amplo conjunto de serviços bibliográficos e dispõe de espaços de estudo e investigação especialmente adequados às necessidades dos seus leitores.
A Biblioteca da FLUL é um espaço inclusivo de encontro entre ciência, cultura e lazer, ao serviço da comunidade académica e aberto à sociedade, que visa, paralelamente ao estudo e investigação, o desenvolvimento de uma cidadania ativa, participada e informada. Promove e acolhe no seu espaço diversas atividades de extensão cultural, autonomamente e em parceria com a sua comunidade.
Nos termos do seu Regulamento, a missão da Biblioteca consiste na preservação e disponibilização pública do seu património bibliográfico e documental, bem como do Arquivo Histórico da FLUL, prosseguindo objetivos de apoio ao ensino e investigação e de divulgação científica e cultural.
Breve história da Biblioteca da FLUL em datas:
1858 – Criação do Curso Superior de Letras (CSL) por iniciativa do rei D. Pedro V.
1859 – Fundação da Biblioteca do CSL. Instalação no Convento de Nossa Senhora de Jesus, no Bairro Alto, onde funcionava também a Academia das Ciências de Lisboa.
1911 – O CSL é transformado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) por decreto com força de lei.
1959 – A Biblioteca muda-se para o novo edifício da FLUL, na Cidade Universitária, projetado pelo arquiteto Porfírio Pardal Monteiro.
1980 finais – Início da reorganização e modernização da Biblioteca, sendo pioneira na informatização entre as bibliotecas da Universidade de Lisboa.
1998 – Integra o recém-criado Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de Lisboa (SIBUL). Passa a colaborar no Catálogo Coletivo das Bibliotecas da Universidade de Lisboa.
2000 – Inauguração do novo edifício da Biblioteca, com cerca de 6.600 m², projetado pelo arquiteto holandês Harro Wittmer. Integra a antiga Biblioteca Central e as 22 bibliotecas dos Departamentos e Institutos da FLUL, fundindo-se numa única unidade.
2005 – Criação da Divisão da Biblioteca, com nova estrutura orgânica e funcional.
2021 – Estrutura orgânica atual consagrada no Regulamento dos Serviços da FLUL. O Koha, atual sistema de gestão integrada de bibliotecas da Universidade de Lisboa, é implementado pela Reitoria.
2025 – A Biblioteca comemora os 25 anos do seu edifício. A inauguração de novas instalações adstritas à FLUL permite à Biblioteca a expansão dos seus serviços técnicos e de depósito para espaços do seu edifício até aí ocupados por outros serviços da Faculdade. Alicerçado numa filosofia de melhoramento contínuo do serviço à comunidade académica, reforça-se o compromisso com a adequação aos desafios contemporâneos advindos da preponderância dos meios digitais, bem como os perspectivados pelo impacto Inteligência Artificial.
Serviços prestados
- Referência;
- Gestão do conhecimento científico;
- Leitura presencial;
- Empréstimo domiciliário;
- Consulta de reservados (colecções especiais);
- Empréstimo interbibliotecas;
- Acesso a bases de dados especializadas na área de Artes e Humanidades;
- Formação de Utilizadores;
- Digitalização de documentos;
- Difusão e extensão cultural.
Espaços
- Sala de Leitura (516 lugares sentados, horário alargado em período lectivo);
- 20 Gabinetes Leitura Individual (1 ou 2 utilizadores);
- 12 Salas de Estudo (3 a 6 utilizadores);
- Espaços expositivos;
- Sala multifuncional para estudo, utilização individual de equipamento informático e atividades académicas e/ou culturais (e.g. exposições, palestras, workshops) onde funciona também o American Corner da FLUL.
Política de Admissão de Utilizadores
São considerados utilizadores internos os alunos, os docentes, os investigadores e demais trabalhadores da FLUL. Consideram-se ainda utilizadores internos os alunos do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT). São considerados utilizadores externos as pessoas singulares e coletivas sem vínculo à FLUL/IGOT.
O acesso à Sala de Leitura da Biblioteca é controlado por um sistema de torniquete. O acesso é permitido a qualquer utilizador com cartão de acesso validado no sistema. O Cartão de Acesso corresponde ao cartão de identificação da FLUL/IGOT, para os leitores internos.
Os utilizadores externos poderão aceder à Sala de Leitura utilizando um dos cartões de visitante, disponíveis na receção da Biblioteca. Estes cartões estão disponíveis em número diário limitado.
Fundos Especiais
O acervo bibliográfico da Biblioteca da FLUL é composto por cerca de 700 mil obras impressas. Este acervo foi-se constituindo ao longo dos anos por meio de compra, ofertas, doações e legados de professores da Faculdade e de intelectuais portugueses.
A Biblioteca Digital da FLUL é constituída em torno da digitalização de dois importantes núcleos que integram o património bibliográfico e documental impresso desta Biblioteca – a coleção de incunábulos e impressos raros (séculos XV, XVI e XVII) e a coleção de obras de teatro do espólio do professor, crítico, ator e encenador Osório Mateus. Atualmente acessível através do catálogo coletivo da UL, cumpre a missão de conservar e disponibilizar estes recursos em acesso aberto, garantindo-lhes acessibilidade e visibilidade universal.

1600-214 Lisboa
Região: Lisboa
Pedro Miguel Estácio dos Santos
bib.informacoes@letras.ulisboa.pt
https://www.letras.ulisboa.pt/pt/sobre-a-flul/biblioteca
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